Mesmo se um dia você parasse de cantar,
Eu ainda escutaria sua voz refletida nos meus olhos.
E se em alguma noite solitária suas palavras não alçarem mais o ar,
Serei a única a enchergar o que compôs,
Porque entre as minha palavras e a sua voz tudo se tranpôs.
E se em alguma tarde cinzenta de outono a tristeza vier e a face te tocar,
E seus lábio abertos não encontrarem os versos certos,
Seu coração libertaria a música que pulsa viva em seu peito.
E se algum dia no palco sua voz cessar,
Na primeira fileira, eu poderia te ouvir entre tantos versos,
A melodia do violão tocaria o ponto mais profundo da minha alma.
Minhas lágrimas molham a folha vazia,
A noite escura invade meu peito,
Sua voz sempre sussurra longe e a solidão parece mais calma,
E na melodia certa meu coração adormece satisfeito.
Serei a única a enchergar o que compôs,
Porque entre as minha palavras e a sua voz tudo se tranpôs.
E se em alguma tarde cinzenta de outono a tristeza vier e a face te tocar,
E seus lábio abertos não encontrarem os versos certos,
Seu coração libertaria a música que pulsa viva em seu peito.
E se algum dia no palco sua voz cessar,
Na primeira fileira, eu poderia te ouvir entre tantos versos,
A melodia do violão tocaria o ponto mais profundo da minha alma.
Minhas lágrimas molham a folha vazia,
A noite escura invade meu peito,
Sua voz sempre sussurra longe e a solidão parece mais calma,
E na melodia certa meu coração adormece satisfeito.
- Merlin
Na Vitrola: Onde Você Está? - na voz inigualável Nana Soares
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